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Os 5 hábitos para uma casa segura

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Infelizmente a sensação de insegurança tem se feito presente no nosso cotidiano e, cada vez mais as pessoas têm buscado meios de se sentir protegidas dentro de suas próprias casas. Leia abaixo, 5 dicas para aumentar a segurança doméstica de forma efetiva.

1) Conheça os vários tipos de sistemas e seus prós e contras.

Saiba mais sobre alguns dos sistemas mais comuns de proteção de residências:
Cercas eletrificadas: são barreiras que usam o choque elétrico para impedir que as pessoas entrem em propriedade privada. Embora possa dar a aparência de proteção, elas podem ser cortadas ou danificadas com relativa facilidade. Além disso, têm como desvantagem o fato de que podem acabar prejudicando e machucando animais, crianças e também pessoas que não conseguirem enxergar os limites da cerca.

Ronda: a ronda é um sistema de segurança residencial que costuma ser feito por um ou mais profissionais de uma empresa contratada, para que verifiquem se tudo está bem nos arredores de uma casa ou vizinhança. Ela pode ser feita a pé ou de carro. Uma de suas vantagens é possibilitar uma vigilância externa e também inibir ladrões que por ventura estejam estudando o local para futuros roubos. A desvantagem é que, caso a ronda tenha sempre os mesmos horários, os ladrões podem acabar descobrindo e encontrar formas de burlá-la.

Circuito fechado de TV (CFTV ou CCTV)
: é um sistema que capta e distribui sinais provenientes de câmeras de monitoramento instaladas em locais específicos. Entre os equipamentos utilizados nesse sistema estão câmeras, caixas de proteção para as câmeras, cúpulas para ocultar câmeras, monitores de vídeo time lapse, multiplexadores (permitem a visualização de todas as câmeras em uma só tela). O maior benefício é a possibilidade de reconhecimento, que desestimula ações de furtos, roubos e arrombamentos, e permite identificação caso essas ações aconteçam. Contudo, caso os equipamentos não estejam bem protegidos, podem ser danificados. Além disso, se não houver uma vigia constante, as ações de ladrões podem ser notadas apenas posteriormente.

Monitoramento 24h: esse sistema de segurança residencial geralmente é composto pela instalação de central de alarme com botão de pânico silencioso. Quando o botão é acionado, a empresa contratada manda uma viatura ao local ou aciona a polícia. Embora esse sistema seja discreto e possa ser usado sem que os invasores percebam, caso não haja pessoas no momento ou não seja possível acionar o alarme, a invasão pode ocorrer.

Sistema de segurança residencial integrado
: são sistemas que unem sensores, câmeras, sirenes e fechaduras em uma solução integrada, sendo gerenciados por uma única plataforma, e funcionam da seguinte maneira:

* Sensores: detectam abertura e fechamento de portas, movimento, vidro quebrado e imagens, enviando um sinal para a central de monitoramento ou painel de controle.

* Câmeras: internas e externas e com visão noturna, as câmeras de monitoramento permitem que você veja, de onde estiver, o que está acontecendo dentro e nos arredores de sua casa. Podem se conectar à internet, enviando imagens diretamente para central de monitoramento ou o smartphone do proprietário.

* Sirene: emite o sinal sonoro indicando uma presença ou invasão.

* Fechaduras eletrônicas: as fechaduras eletrônicas permitem que você abra ou tranque suas portas remotamente e também programe para funcionarem de acordo com sua necessidade, fornecendo uma senha de acesso para o uso de terceiros.

O sistema de segurança residencial integrado pode ser monitorado pelos próprios moradores remotamente, através de aplicativos para smatphones, tablets e computadores. Podem ainda ser integrados a outras soluções de automação residencial, como controle das luzes e do ar condicionado e tomadas inteligentes.

2) Busque a ajuda de um profissional
Segundo números da Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de sistemas de alarme cresce em torno de 10% todos os anos e essas tecnologias são cada vez mais procuradas pela população. Mas é importante saber que é preciso contratar um profissional habilitado em segurança residencial para fazer uma análise minuciosa e elaborar uma estrutura eficiente antes de adquirir os equipamentos, para não superdimensionar ou subdimensionar os aparelhos e as necessidades dos moradores. A avaliação considera fatores como vulnerabilidades do terreno, estilo de vida dos moradores e o orçamento disponível.

3) Proteja-se de dentro para fora
Quem quer começar a proteger a residência deve pensar em um sistema ;in-out;, que prioriza a parte de dentro da casa até chegar ao limite do perímetro externo do terreno. Assim você tenta diminuir as vulnerabilidades mais próximas da sua família com sistemas mais sofisticados primeiro e depois vai alargando a cobertura. A segurança interna foca-se em sensores de movimento, sensores de imagens e câmeras de monitoramento. O próximo passo é a segurança dentro-fora, composta por sensores de arrombamento, instalados em todas as portas e janelas e que são acionados se abertos à força. A segurança externa consiste em barreiras infravermelhas, que, basicamente, são compostas por dois feixes de luz ; um em diagonal e um em paralelo ; próximos às portas e janelas de uma casa. Eles são acionados e emitem um sinal sonoro quando os dois são violados. Por fim, a segurança perimetral busca fazer a contenção de assaltantes no perímetro limite do terreno de uma casa. Nessa categoria entram muros e cercas (elétricas ou não).

4) Opte por sistemas com conexão independente
O mercado disponibiliza uma grande variedade de sistemas de monitoramento residenciais e é importante saber identificar qual é o mais adequado para a sua casa. Prefira sempre aqueles que possuem uma conexão independente e exclusiva com a internet aos mais tradicionais que são conectados a cabos de telefone ou redes domésticas de banda larga, que podem ser facilmente cortados ou apresentar problemas de conexão. Outro ponto importante é a possibilidade de acesso remoto, que permita ligar alarmes pelo celular, pois na pressa do dia a dia, muitas pessoas se esquecem de ativar a segurança ao sair de casa. Repare também se os aplicativos são intuitivos e se interagem com os sensores de forma rápida e fácil.

5) Abandone as chaves
Fechaduras que permitem o acesso sem necessidade de chaves ou cartões magnéticos são consideradas mais seguras, uma vez que não é possível fazer cópias do meio de entrada e todas as informações de passagens são registradas com cadastro de pessoas e horários. Existem três tipos de sistemas que funcionam desta forma: fechaduras eletrônicas, automatizadas e biométricas. As primeiras possuem um preço acessível e funcionam através de um dispositivo que pede uma senha para liberar o acesso. O segundo tipo funciona da mesma forma que o primeiro, porém permite acesso remoto às fechaduras, por meio de tablets e smartphones. As biométricas liberam a entrada através de impressões digitais, reconhecimentos faciais ou de retina e, por isso, sua probabilidade de falha é menor do que 0,001%, mas, por necessitarem de um scanner de alta qualidade, acabam sendo mais caras.

Como escolher um bairro seguro para morar

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casas e prédios em bairros

Mudar de residência ou realizar a compra de um novo imóvel é um grande passo. O fator financeiro influencia bastante, mas, quando falamos de localização, o ideal é poder optar por um lugar que você goste e, principalmente, ofereça segurança, seja para viver com a família ou até mesmo sozinho. Além de um bairro seguro para morar, outros fatores, como as facilidades presentes na vizinhança, e a distância para os seus principais pontos de interesse, também têm peso na decisão. Então, antes de bater o martelo no seu novo lar, é preciso considerar estas e outras características com muito cuidado:

1 – Faça uma busca na internet

Depois de escolher os possíveis bairros que você gostaria de morar, procure realizar pesquisas na internet e veja quais tipos de notícias estão relacionadas ao local.

Acesse também o site da prefeitura do bairro. Nele, você pode encontrar informações úteis sobre as taxas de criminalidade, e facilidades como hospitais, delegacias próximas e opções de lazer.

2 – Converse com moradores

Outra maneira de saber mais sobre o bairro que você pretende morar é conversando com pessoas que já vivem por lá.

Faça algumas visitas à vizinhança, e fale com pessoas que trabalham em estabelecimentos como padarias, cabeleireiros, bancas e farmácias. Elas são boas fontes de referência sobre o dia a dia dos arredores e o nível de segurança do bairro. Se encontrar moradores mais antigos, melhor ainda.

3 – Visite o bairro de dia e de noite

Antes de fechar o contrato do seu imóvel, procure passar pelas ruas do bairro durante o dia e também à noite. Assim, você conseguirá saber como é a iluminação, se o local é movimentado, e ainda reparar no comportamento das pessoas que circulam pela vizinhança.

Verifique se existem guardas noturnos, e estabelecimentos como bares, que atraem muitas pessoas ao local. A dinâmica de um lugar pode ser completamente diferente durante os dois períodos do dia, e isso deve ser avaliado antes de você fechar qualquer negócio.

4 – Considere a infraestrutura do local

Um bairro seguro não apresenta apenas baixos índices de roubos, mas também oferece uma boa estrutura para os moradores.

Vizinhanças que possuem delegacias próximas e hospitais de fácil acesso são ótimas opções.

Além disso, saber como funciona o transporte público no bairro também é essencial. Procure informações sobre pontos e paradas próximas a residência, principalmente se você ou algum familiar necessitam utilizar esse meio.

A iluminação da rua e pontos mais estratégicos, como praças e estacionamentos, também são fatores importantes de se colocar no papel.

5 – Pesquise além da criminalidade

Existem outros fatores de segurança que você precisa considerar antes de comprar seu imóvel.

Alguns exemplos são: possibilidade de alagamento das ruas em dias de chuva forte, e se há boa estrutura de esgoto para todas as residências. Esses fatores também influenciam na sua segurança e decisão final.

Decidir pelo lugar no qual você irá investir seu dinheiro merece atenção e bom planejamento. Siga nossas recomendações, e procure optar por um bairro seguro e com boa infraestrutura.

Para complementar a segurança, você também pode adquirir serviços como o  circuito fechado de televisão (CFTV), conheça as opções que a Treviso oferece!

 

Confira 5 dicas de segurança para prédios e condomínios

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Este artigo possui 5 dicas valiosas para a segurança em condomínios. Boa leitura!

  1. Capacite os funcionários

Ter uma equipe que conheça perfeitamente as normas de segurança do condomínios é fundamental para garantir a proteção dos moradores. Para isso, ofereça treinamentos para todos os profissionais, incluindo os vigias, zeladores, faxineiros e porteiros

Quando os colaboradores estão bem informados, eles podem ser mais cooperativos e agir com mais efetividade, além de terem um maior preparo para ajudar na prevenção de problemas. Desse modo, invista em capacitações para deixá-los a par de todas as medidas de segurança do residencial.

  1. Tenha protocolos de procedimentos emergenciais

O foco das medidas de segurança é a prevenção, mas é preciso ter preparo em casos de urgência, como assaltos ou roubos de veículos. Por isso, convoque a equipe e crie planos para essas eventuais situações.

Tenha também protocolos bem definidos acerca dos procedimentos a serem adotados caso aconteça qualquer crime. Deixe-os registrados e acessíveis a todos os funcionários. Assim, será mais fácil tomar as providências adequadas para lidar com ocorrências no condomínio.

  1. Faça um controle da entrada de pessoas

O controle da entrada de pessoas é uma medida básica para garantir a segurança do condomínio. É importante coletar dados do visitante e verificar com o morador se ele autoriza a entrada.

Em caso de festas, criar listas de convidados facilita bastante a inspeção. Já para os entregadores de encomendas, é preferível que o porteiro faça uma ligação para que o condômino desça e pegue o produto.

  1. Mantenha os cadastros de moradores atualizados

O condomínio precisa manter os dados dos residentes atualizados. Dessa forma, procure saber a composição familiar em cada apartamento e ter o nome e o telefone de todos os membros da casa.

Além disso, é necessário que os moradores comuniquem aos síndicos quando vão viajar ou se ausentar por longos períodos. Com essas medidas, é mais fácil evitar imprevistos, roubos, bem como notificar os donos do apartamento a respeito de algum problema.

  1. Invista em segurança eletrônica

A segurança eletrônica permite um monitoramento contínuo dos ambientes do condomínio, o que traz mais proteção aos moradores, pois facilita a notificação de qualquer problema para que as devidas providências sejam tomadas.

Há empresas especializadas na instalação e manutenção de equipamentos de monitoramento eletrônico que oferecem ótimos serviços para residenciais. Algumas já inovam com a integração da tecnologia da nuvem ao monitoramento via câmera, tornando a segurança nos apartamentos ainda mais eficiente.

Manter o condomínio seguro é fundamental para a qualidade de vida dos moradores. Para isso, é importante aplicar as estratégias certas e contar com a cooperação dos próprios residentes.

 

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